01/06/2013

EAI GALERINHA A NINTENDO LANÇOU UM SITE PARA A E3 2013 CONFIRAM O SITE QUE CONTA COM UM CONTADOR PARA O DIA ESPERADO
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E o site da globo o G1 teve a moral de ir lá na Nintendo e testar o futuro console Wii U os resultados você confere agora aqui na TGC;
Autor: Gustavo Petró Do G1, em Las Vegas (EUA)
Quer deixar um funcionário da Nintendo sem jeito? Pergunte por que o Wii U, sucessor do videogame Wii, ainda não tem nenhum game anunciado, sendo que o console chega às lojas na segunda metade deste ano, segundo a empresa. Na Consumer Electronic Show (CES), em Las Vegas, a fabricante e desenvolvedora de games poderia estar mostrando os novos “Super Mario”, “Metroid” ou “Zelda". No entanto, preferiu não ter um estande no evento e, sim, um pequeno quarto em um hotel próximo. Ali, em vez dos jogos, demonstrou “experiências”.
A intenção da Nintendo é mostrar como é jogar em duas telas em um console doméstico, algo que deu muito certo com os jogos nas duas telas do Nintendo DS e, agora, no 3DS. O primeiro é o videogame portátil mais vendido de todos os tempos, com mais de 151 milhões de unidades vendidas.
O Wii U tem um design muito similar ao Wii. Ele só é um pouco mais comprido e com bordas arredondadas. E conta com um controle no formato de tablet. Ele apresenta duas alavancas analógicas, essenciais para jogos de tiro em primeira pessoa (quando você não vê o personagem, apenas a arma, como se a estivesse segurando). Além disso, há dois botões de ombro, dois gatilhos, os tradicionais botões de ação, 4 deles, e um direcional digital.
A tela sensível ao toque é o diferencial. Com ela, o jogador pode interagir diretamente com o jogo, realizando alguma ação nela, até acessar diferentes informações.
De olho na telinha
Este foi o foco da primeira "experiência" do G1com o Wii U. O jogo consistia em 3 amigos em um labirinto e um quarto, munido do controle-tablet, que tinha que fugir deles. O jogador em fuga não olha para a televisão e, sim, para a tela do joystick, que mostra o mapa do labirinto e onde estão os adversários, além de apresentar uma pequena tela de jogo. Os outros gamers usam Wii Remotes, controles do Wii original que são compatíveis com o Wii U, para caçá-lo. Embora seja um game muito curto, é bastante divertido jogar em equipe para caçar o fugitivo, uma vez que os jogadores são obrigados a conversar e se ajudar para vencer a partida.
Ao jogar como quem foge, a experiência muda bastante. Ver a posição dos adversários ajuda -e dá uma agonia grande vê-los se aproximando. Vence quem pegar o fugitivo dentro do tempo determinado.
Num segundo teste foi apresentado um game de tiro em terceira pessoa, com a câmera mostrando o personagem pelas costas. Quem jogava com o Wii Remote e a extensão Nunchuck tinha que caçar uma nave espacial que voava pelo cenário repleto de obstáculos do usuário que tinha o controle-tablet. Nada muito diferente do que já foi visto em games do Wii. Entretanto, ao jogar como a nave usando o novo joystick, o resultado é muito mais interessante. Somado ao fato de ter que usar as duas alavancas analógicas para fazer a nave andar para frente e para trás, para a direita e para a esquerda e para cima e para baixo, era necessário girar o controle para os lados para movimentar a câmera e a mira para atacar os outros jogadores -- tudo isso visualizando a imagem do jogo na tela sensível ao toque do controle.
É muito mais difícil controlar um game desta maneira mas, ainda assim, é uma tarefa que permite uma interação maior com o jogo.
360 graus A terceira experiência foi a mais interessante em termos de tecnologia, já que não se tratava de um jogo. Foi colocado um vídeo na tela em que parecia que se estava andando em cima de um carro do serviço Street View, dos mapas do Google. Enquanto o vídeo era reproduzido, no controle aparecia a mesma imagem, com a diferença de que, ao girar o periférico para os lados, a câmera se movia 360 graus. Era possível, ainda, ampliar a imagem para ver detalhes como nomes de ruas ou pressionar um botão para ver o que acontecia nas “costas” do usuário.
A aplicação é bastante interessante e pode ser usada tanto para o uso no Street View, por exemplo, ou para algo ainda mais grandioso. Pense em assistir a um filme que teve cenas gravadas com a câmera de 360 graus. Em uma batalha, por exemplo, o espectador teria a opção de ver a cena por outros ângulos diretamente na tela do tablet, apenas movimentando-o para os lados, para cima e para baixo.
Ainda é incerto se Nintendo vai mesmo lançar o Wii U em 2012. Mas ela está tomando todo o cuidado para tornar inéditas as “experiências” de seu novo console. Se continuar neste caminho e continuar usando a mesma criatividade vista em alguns jogos do Wii, o novo aparelho já tem meio caminho andado para ser bem recebido.
Via G1

Olá True Gamer visitante da TGC, hoje estou trazendo para você um vídeo que eu fiz se trata de uma lista de 26 jogos os mais esperados para 2012, e se você achou que 2011 foi um bom ano para a indústria dos jogos espera só para ver 2012 claro isto se o mundo não acabar eu espero que não pois ainda tem muito jogo bom para 2012, confira o vídeo.
Com a imprescindível seleção de cenas de ação e explosão, o trailer entrega pouco do roteiro. Na verdade, apenas reforça o fato de que, dando sequência aos acontecimentos de Modern Warfare 2, você terá que combater a vontade de um único homem.
Em dado momento, o trailer insinua que, conforme a ação for se desenvolvendo, cada ataque e todas as peças vão se encaixar aos poucos, criando um cenário final. É um desafio de roteiro que será interessante de ver resolvido pelo time de desenvolvimento do jogo.
Além disso, na proposta de guerra global contemporânea, você reconhecerá cenários de Paris, Nova Iorque, Londres e Berlim. As explosões e ações militares dão um contorno muito interessante a esses cenários tão conhecidos.
O trailer ressalta também, a exemplo dos demais, a enorme profusão de veículos, aviões e navios que prometem uma ação com diversos tipos de interação com o material de guerra.
Call of Duty Modern Warfare está marcado para 8 de novembro, sera lansado para PlayStation 3, Wii, Xbox 360 e PC.

O tempo vai passando e a expressão “meu Wii juntando poeira” vai ficando mais comum. Como esses controles da foto acima, sujos e abandonados.
Eles fazem parte de um artigo da Wired que analisa os quandos e porquês de as pessoas terem parado de usar seus consoles da Nintendo, consultando, principalmente, usuários que nunca encontraram jogos suficientes para manter o aparelho ligado.
“Eu fui um dos muitos que saiu correndo e ficou na fila por horas no dia do lançamento, e não toco no meu console há meses”, disse Gregory Ray, um dos leitores da Wired, que mostra uma foto para ilustrar sua desilusão.
“Está num canto da minha casa que o tempo esqueceu” escreve outro, Ben Jones. “Eu uso meu tocador de discos de vinil com mais frequência”.
Alguns podem chamar isso de semi-trollar o console que foi o líder dessa geração, mas o foco da discussão é nos jogadores “hardcore” (Jesus, que palavra horrível) que deixaram seus videogames de lado – e não nas crianças e famílias que talvez ainda usem bastante o videogame.
Essa vai especialmente para o Psyco que compro a um tempo um play 3 e agora ele vê dia a pôs dia o seu Wii juntando poeira na estante…
>>Via A triste história dos Wiis rejeitados [Wired, em inglês]

Na semana passada vários donos de Wii dos Estados Unidos, desesperados para jogar coisas como Xenoblade, The Last Story e Pandora’s Tower – games já disponíveis no Japão – organizaram uma campanha para pedir à Nintendo que lançasse esses games no mercado americano. Ela finalmente respondeu, e foi com um “Acho que não, LOL”.
Esses fãs apaixonados mostraram seu apoio à localização desses jogos organizando um envio massivo de cartas escritas à mão. Eles fizeram o “pre-order” de uma listagem provisória de Xenoblade (anunciado nos EUA como Monado) no site Amazon. Eles gritaram, a plenos pulmões, que “os usuários de Wii americanos não podem viver só com The Legend of Zelda: Skyward Sword e Rhythm Heaven!”. Eles chamaram a campanha de “Operation Rainfall” – algo como “Operação Tempestade”.
Bem, fãs do Wii, a Nintendo ouviu esses pedidos educados de maneira alta e clara. E o que vai mudar? Nada.
“Obrigado pelo seu entusiasmo”, disse a Nintendo of America na sua página oficial no Facebook. “Prometemos uma resposta, então aqui está ela. Nunca dizemos ‘nunca’, mas podemos confirmar que atualmente não há planos de trazer esses três jogos para as Américas. Muito obrigado pela sua paixão e por serem fãs tão bons!”
Essa empolgação na resposta foi rebatida com declarações nada gentis dos Nintendistas da rede social, que nesse momento continuam a jurar boicote eterno.
Quando um representante diz que “não há planos” de fazer isso ou aquilo, isso raramente significa que existe qualquer intenção de fazê-lo. Normalmente são eufesmismos usados para que se evite ter que confirmar ou mentir sobre algum jogo não anunciado. E levando em consideração que a Nintendo não costuma se importar muito em lançar títulos japoneses (que não sejam dela própria) no ocidente, deve ser exatamente isso que vai acontecer.
Realmente não podemos interpretar como um “nunca” definitivo, mas talvez seja melhor aceitarmos o fato de que não veremos jogos como Xenoblade, The Last Story e Pandora’s Tower – ou qualquer outro game de Wii, DS ou 3DS que você adoraria ver em inglês – no ocidente.
Mas não se preocupe: sempre teremos Mario Party 9, Kirby, 350 “Imagines” e uma lista bem longa de “shovelware” licenciado para manter o Wii ocupado pelo resto do ano.
Via Kotaku

